Sinopse
Imagina o bluefin servido em Porto de Galinhas como aquele luxo: peixe preciso, quase cerimonial, servido cru, respeitando textura e tempo. Agora dá um salto pra Pinheiros, onde o matcha aparece denso, verde-elétrico e urbano, batido com técnica japonesa e ansiedade paulistana. O elo improvável entre os dois? A obsessão contemporânea pelo ritual.